Podia ter ido, pois podia. Mas não fui. E agora, estou exactamente como estava há uma semana atrás... A pensar que quero, não tenho, e não vou ter.
Mas há uma diferença. Agora já não importa tanto. O mundo está cheio de gente, cheio de coisas para ver, de sítios para visitar.
O meu novo objectivo a curto prazo é guardar a lembrança de uns beijos ternurentos e avançar. Pode ser que da próxima corra melhor.
Pronto, era mesmo só isto... Já quase passou.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Quero
Pronto, ok, eu admito. Há a ligeira, ínfima, possibilidade de eu ser mimada.
Quando quero uma coisa, geralmente vou marrando até a ter, ou até deixar de a querer.
Quando quero alguém, vou marrando, até ter. Sempre. Até hoje. Hoje quero, não tenho e nunca vou ter.
É o suficiente para não conseguir parar de pensar. Não queria. Não queria querer. Mas quero, e quero muito. Possivelmente porque nunca vou ter. Dizem que o fruto apetecido é o mais apetecido. Mas sempre foi proibido e eu nunca quis. Até hoje.
Até a dormir penso no quanto quero. Rai's parta mais os homens.
Não há momento nenhum do meu dia em que não me lembre. Dos cheiros, dos sabores. Dos mimos, das gargalhadas. E pronto, por aí fica. E não se volta a repetir...
Mas eu quero...
Quando quero uma coisa, geralmente vou marrando até a ter, ou até deixar de a querer.
Quando quero alguém, vou marrando, até ter. Sempre. Até hoje. Hoje quero, não tenho e nunca vou ter.
É o suficiente para não conseguir parar de pensar. Não queria. Não queria querer. Mas quero, e quero muito. Possivelmente porque nunca vou ter. Dizem que o fruto apetecido é o mais apetecido. Mas sempre foi proibido e eu nunca quis. Até hoje.
Até a dormir penso no quanto quero. Rai's parta mais os homens.
Não há momento nenhum do meu dia em que não me lembre. Dos cheiros, dos sabores. Dos mimos, das gargalhadas. E pronto, por aí fica. E não se volta a repetir...
Mas eu quero...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Hoje
Eu gostava que as coisas fossem simples. Gostava mesmo.
Por exemplo, que as pessoas se conhecessem e que decidissem que, dali para diante, seria aquele o seu relacionamento. Sempre. Sem alterações. Amigos, inimigos, amantes, whatever.
Não sou muito esquisita com as pessoas. Dou a toda a gente uma oportunidade. Se me lixam, adeus.. Se são simpáticas, são bem-vindas. Mas gostava mesmo de conseguir definir um relacionamento assim, de repente, e que fosse estático.
Não gosto de surpresas. Não gosto das bolas curvas que a vida atira.
Já conheci muita gente. Algumas pessoas (leia-se, do sexo oposto) até me despertaram interesse. Das duas uma, ou esse interesse teve alguma espécie de seguimento e depois passou, ou passou, mesmo sem seguimento. O contrário é extraordinariamente raro de acontecer e chateia-me. Porque fico confusa. Totalmente à nora.
"Somos amigos. Olha, vamos ser mais que amigos." E depois? O que é que vem? Detesto esta sensação de me tirarem o chão.
Entenda-se que adoro, adoro de paixão, a sensação da conquista. É das melhores coisas que a vida tem. Mas e depois? Quando já está a conquista? E se o amigo que de repente decidiu que quer mais alguma coisa, simplesmente desiste porque não somos a mesma pessoa? Sim, porque se muda! Não se deixem enganar. As pessoas são diferentes quando são amigas ou quando estão a conquistar alguém. E sim, sou humana. Mudo.
E o que se faz com isso?
A sensação de querer um bocadinho mais porque ainda não se teve tudo... As pessoas ficam mais simpáticas, mais doces. Mas depois fartam-se, e ficam como eram antes da brilhante ideia de mudar os parâmetros ao jogo... Quem ainda quer continuar no jogo é que fica como o mexilhão... Pois claro que fica. E leia-se, que eu me sinto como um perfeito mexilhão... E não me agrada mesmo nada...
E pronto, era só isto.
Por exemplo, que as pessoas se conhecessem e que decidissem que, dali para diante, seria aquele o seu relacionamento. Sempre. Sem alterações. Amigos, inimigos, amantes, whatever.
Não sou muito esquisita com as pessoas. Dou a toda a gente uma oportunidade. Se me lixam, adeus.. Se são simpáticas, são bem-vindas. Mas gostava mesmo de conseguir definir um relacionamento assim, de repente, e que fosse estático.
Não gosto de surpresas. Não gosto das bolas curvas que a vida atira.
Já conheci muita gente. Algumas pessoas (leia-se, do sexo oposto) até me despertaram interesse. Das duas uma, ou esse interesse teve alguma espécie de seguimento e depois passou, ou passou, mesmo sem seguimento. O contrário é extraordinariamente raro de acontecer e chateia-me. Porque fico confusa. Totalmente à nora.
"Somos amigos. Olha, vamos ser mais que amigos." E depois? O que é que vem? Detesto esta sensação de me tirarem o chão.
Entenda-se que adoro, adoro de paixão, a sensação da conquista. É das melhores coisas que a vida tem. Mas e depois? Quando já está a conquista? E se o amigo que de repente decidiu que quer mais alguma coisa, simplesmente desiste porque não somos a mesma pessoa? Sim, porque se muda! Não se deixem enganar. As pessoas são diferentes quando são amigas ou quando estão a conquistar alguém. E sim, sou humana. Mudo.
E o que se faz com isso?
A sensação de querer um bocadinho mais porque ainda não se teve tudo... As pessoas ficam mais simpáticas, mais doces. Mas depois fartam-se, e ficam como eram antes da brilhante ideia de mudar os parâmetros ao jogo... Quem ainda quer continuar no jogo é que fica como o mexilhão... Pois claro que fica. E leia-se, que eu me sinto como um perfeito mexilhão... E não me agrada mesmo nada...
E pronto, era só isto.
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